Quando a criança pergunta sobre sua origem, ela não está rejeitando quem a ama. Ela está tentando compreender a própria história.
A criança não chega apenas com uma mala. Ela chega com história, medo, expectativa e desejo de pertencer.
Sentir medo não significa falta de amor. Muitas vezes, é apenas o sinal de que você compreende a grandeza desse encontro.
O limite pode ser um lugar de segurança quando é oferecido com presença, firmeza e afeto.
A raiva nem sempre é ataque. Às vezes, é uma dor tentando encontrar uma forma de ser escutada.
Nem toda pergunta merece resposta completa. A história da criança precisa ser respeitada, não exposta.
Mais do que preparar o quarto, é preciso preparar o coração, a rotina, a escuta e a rede de apoio.
Cinara Cordeiro une Psicanálise, Pedagogia e Orientação Parental para acolher famílias, escolas e instituições.