Quando a criança pergunta sobre sua origem, ela não está rejeitando quem a ama. Ela está tentando compreender a própria história.
O limite pode ser um lugar de segurança quando é oferecido com presença, firmeza e afeto.
A raiva nem sempre é ataque. Às vezes, é uma dor tentando encontrar uma forma de ser escutada.
Mais do que preparar o quarto, é preciso preparar o coração, a rotina, a escuta e a rede de apoio.
A criança nem sempre consegue dizer o que sente. Às vezes, ela mostra no comportamento.
Cinara Cordeiro une Psicanálise, Pedagogia e Orientação Parental para acolher famílias, escolas e instituições.